O líder, EFCA, visitou o atual 4º classificado, o Riachense, num jogo em que o equilíbrio que já era esperado se constatou.

Os miúdos de Alcanena entraram melhor no encontro, a jogarem a bola pelo chão, a tentarem criar jogadas colectivas e a chegar à frente com perigo. Os Riachenses apenas iam tentando chegar à baliza adversária em transições rápidas que passavam muito pelo pés de Afonso Serra, o miúdo mais avançado dos alvi-negros.

A primeira ocasião de perigo foi mesmo da equipa da casa. A bola ressaltou na defensiva da EFCA e, Miguel Fazenda apanhou o esférico e rematou rasteiro contra as malhas laterais.

O restante da primeira metade foi um grande equilíbrio a meio campo, com muitas bolas divididas, mas pouco futebol pelo chão. As únicas ocasiões de perigo dos pupilos de Alcanena foi ao passar do minuto 20’, e do minuto 28’, quando o guardião Riachense teve de fazer uma defesa de recurso, utilizando os pés, para evitar o primeiro. A EFCA saiu para o intervalo por cima do encontro.

No segundo tempo, o equilíbrio manteve-se e, o Riachense continuou bastante passivo, sem conseguir criar ocasiões de perigo no ataque.

A EFCA ia ameaçando chegar ao primeiro golo. Numa distracção defensiva, a equipa visitante bateu o livre de forma rápida e no frente-a-frente com o guarda-redes, o jogador alcanenense desviou do guardião e, não fosse Pedro Lopes a cortar com o corpo, seria o primeiro tento do encontro.

Os Alcanenenses acabaram por chegar ao golo ao passar do minuto 54’, por intermédio de Carlos Vouga. Cruzamento na esquerda, e completamente sozinho ao segundo poste, o miúdo de Alcanena apenas precisou de encostar.

Até ao final, o Riachense foi tentando fazer o golo do empate, mas encontrou pela frente o guarda-redes, Ricardo Canais, bastante inspirado que negou o golo por duas vezes. No entanto, a enorme passividade dos alvi-negros também não permitiu que conseguissem chegar ao tão desejado golo.

Uma fraca exibição da equipa de arbitragem, com muitos lances mal ajuizados.

 

Texto: Tiago Pratas